quarta-feira, 9 de março de 2011

Minha poesia rima com a tua verdade,
naturalmente feito o meu pensar...
Logo eu, que já não penso na saudade,
vai ver que aprendi a te esperar...

Mesmo que não haja um pingo de liberdade,
e que cada abraço seja um segundo a se esfarelar,
não desanimarei diante desta maldade,
que a distância insiste em nos ofertar.

Por isto dou vazão aos sentimentos,
e irremediavelmente não me contento,
com poucos dias de tua afeição.

Rogo que não desistas, és meu alento,
aguarde, a eternidade é só um momento,
enquanto juntos, alcançamos a perfeição...