sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

As obrigações sacráticas do amor.

Já dizia um velho monge: casar não é tão bom quanto estar solteiro, mas é mais seguro! Temo por ele não ter tido a oportunidade de viver um casamento.
Ser você e de repente não ser só mais você, ser também outro. Ganhar mais preocupações, dividir problemas, adivinhar desejos, talvez isso seja amar...
Na verdade, o ama, pode ser qualquer coisa que nós queríamos que ele se tornasse. Posso amor mais minha torradeira do que a qualquer pessoa... posso decidir onde e quando coloca-lo; posso amar o meu amor ou posso esquecer como é amar passar a odiá-lo; e posso simplesmente não amar.
É no entremeio de nossas escolhas reside a nossa felicidade. Amar pode não ser uma escolha, mas cultivar pode ser a melhor delas... cultivemos o amor, dividindo-o em vários pedaços, para que possamos alimenta-lo e vê-lo crescer cada um com seu cada qual.
Algum dia, precisaremos amar com paciência, noutro, com desprendimento; cultivar vários tipos de amor é ser sábio, num mundo sem sentimento...

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